A morte de um passarinho!
Primavera começando com frios gemidos do vento.
Sol quente e ventos frios confundem a razão.
No chão um passarinho indefeso,
nem pia para não chamar atenção.
Pronto!
Com o coração batendo a pequenina ave,
dali é levada com carinho para dentro.
Mais intenso que o vento,o amor o acaricia.
Os lábios tocam suas penas coloridas.
As mãos o colocam na caixa de sapatos,
com água e alimento.
O tempo montado na sela do vento passa célere!
Na manhã fria,leva o passarinho para voar nos campos celestes.
O coração ficou triste,mas entendeu.
Primavera de 2007.
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